Do veículo a se distanciar
Noto seus olhos que me acompanham
Com ternura parecem me observar
E meus pensamentos desnorteiam.
Desde então, rápidos os dias se foram
Mas aquele momento insiste em perdurar
Corpo e alma que anseiam
Qual a sensação de lhe tocar.
Distante, a mente a me torturar
Mensagens e fotografias me questionam
Se vou mais uma vez lhe reencontrar.
Ao vivo, em sonho ou devaneios pelo ar
Desejos e afinidades de nós emanam
Quando, enfim, há-de se concretizar?
Ana Brida
29 jan. 2019
terça-feira, 12 de março de 2019
Questionamentos
Como dizer o que aflige nossa existência,
se as palavras morrem
antes de chegar aos lábios?
17 fev. 2019
Em um mundo de pessoas rasas,
como mergulhar com profundidade
e transbordar emoções?
11 mar. 2019
se as palavras morrem
antes de chegar aos lábios?
17 fev. 2019
Em um mundo de pessoas rasas,
como mergulhar com profundidade
e transbordar emoções?
11 mar. 2019
Robotizados
Estamos nos tornando máquinas,
Afinal, preferimos idealizar experiências virtuais
Ao toque áspero da realidade;
Preferimos olhar para uma tela sem vida
A contemplar alguém olho no olho;
Preferimos interagir com aparelhos eletrônicos
A lidar com outras pessoas;
Preferimos nos esconder sob luzes artificiais
A sair da zona de conforto e ver o mundo lá fora...
Seres mecanizados, robotizados,
Não sabemos mais sentir...
Como voltarmos a sermos humanos?
Ana Brida
12 fev. 2019
Afinal, preferimos idealizar experiências virtuais
Ao toque áspero da realidade;
Preferimos olhar para uma tela sem vida
A contemplar alguém olho no olho;
Preferimos interagir com aparelhos eletrônicos
A lidar com outras pessoas;
Preferimos nos esconder sob luzes artificiais
A sair da zona de conforto e ver o mundo lá fora...
Seres mecanizados, robotizados,
Não sabemos mais sentir...
Como voltarmos a sermos humanos?
Ana Brida
12 fev. 2019
Assinar:
Postagens (Atom)