Quantas vezes você tentou recomeçar
E pensou que pudesse acreditar
De novo em outra pessoa sem se machucar?
Quantas vezes promessas a escutar
Breves esperanças chegaram a lhe inculcar
Fazendo-lhe crer que fosse permitido sonhar?
Quantas vezes você saiu a encontrar
Pessoas, à noite, na mesa do bar
E as conversas fugidias ao luar?
O quanto tudo isso realmente lhe preencheu?
E quando cada mísera crença cedeu?
Quando seu sentimento no peito apodreceu?
Você sentiu que seu corpo morreu
E seu espírito já não era mais seu?
Tudo, mais uma vez, escureceu...
ANA CLAUDIA BRIDA
03 OUT 2016
09H
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