Os mesmo erros se repetem
Em sequência aparentemente interminável
Magoando a si mesmo e a outra pessoa
Abraçar e beijar alguém fingindo que a ama
Para tentar esquecer quem no passado
Deveria para sempre ficar.
Dizer palavras de ternura vazias para um
Quando para o outro
Estas fluíam com espontaneidade
Tentar de todas as formas e meios
Substituir um amor que nos feriu
E cada vez mais fracassar
Mergulhar em abismos
De solidão, de álcool, de aventuras
Que só aumentam o vazio
Envolver estranhos, boicotar-se
Negar para si próprio
Tudo em que um dia acreditou.
Fugir de si, fugir do mundo
E a cada elemento que surgir
Enxergar tudo o que não quer mais ver.
Dizer para si mesmo
Que o tempo tudo cura
Vendo que isso parece uma grande mentira
Sem saber mais o que esperar
Ou no que crer
Seguir, sempre, cometendo mais erros.
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