Tenho o coração apertado
Uma breve falta de ar
As mãos trêmulas
Na mente, um redemoinho
Efeitos da ansiedade
Que me corrói
E acalenta a esperança
De que tudo irá mudar
Atravessarei um oceano
Cruzarei os céus
Rumo ao desconhecido
Imaginado e sonhado velho mundo
Caminharei pela cidade eterna
Nos passos dos antepassados
Verei diante de mim
A imponência dos gélidos Alpes
Perderei-me na cidade das luzes
Em perfumes e sabores
E me arriscarei pela bela
Terra de Cervantes
E porque tão longe
Tentar se encontrar?
Cruzar o mundo
Nesse constante vagar?
Mais que um devaneio
É a possibilidade de esquecer
Alguém que foi preciso
Deixar para trás...

Nenhum comentário:
Postar um comentário