domingo, 4 de setembro de 2016

Sonhos

Fecho meus olhos
Pois já não sei se devaneio
Acordada ou enquanto durmo

Na névoa que se forma
Em minhas retinas
Nuvens de sonhos

O mundo real
Agora não tem sentido
E sigo sem entendê-lo

Em minha mente
Sou o que quero
Faço o que desejo

Crio castelos de ilusões
Histórias sem finais
Mundos para me esconder

Encontro pessoas
Que me completam
Com pequenos gestos

Amizades verdadeiras
Conversas intermináveis
Amor com intensidade

Pessoas que eu gostaria
De uma vez mais abraçar
E entrelaçar as mãos

Pessoas que sustentam o olhar
Que trazem segurança
Conforto e ternura

Mas que ao amanhecer
Desvanecem em meus braços
Como neblina que se esvai

E ao abrir meus olhos
Sinto o orvalho
Das lágrimas que ali ficaram...

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